sábado, 1 de fevereiro de 2014

Limitrófes

Hoje, cedinho (07:00 horas), estava a ver na RTP África um documentário da série Portugal Selvagem, de seu nome "O guarda-nocturno, quando ouvi o locutor baptizar o Ouriço-cacheiro de "Ouriço-caixeiro", afirmar que está "melhor adaptado à penumbra dominante", para logo depois falar de "zonas limitrófes" e no início de "Escólopendras". 

Mas fiquei a saber que o Mocho-galego tem "duzentas gramas! 

Para além das incorrecções (poucas) científicas (uma coruja em simbiose com uma oliveira, por exemplo), que se escrevam textos com erros já é inadmissível, mas parece-me (ou melhor, sei) que um locutor pode e deve chamar a atenção para evidências grosseiras como as que apontei acima. Em especial, quando se chama Diogo Infante. A não ser que haja outro...

sábado, 10 de agosto de 2013

Mais uma brasileirice...

"O coleccionador de ossos", excelente filme que nesta tradução mais parece um coleccionador de asneiras...


sábado, 16 de março de 2013

Tradutores de meia-tijela

Hoje acordei cedo. Estava a passar na Fox um excelente filme, com uma soberba interpretação de Edward Norton e concordei com a proposta que o sofá me fez: café e uma sessão de cinema.
Felizmente que sigo os diálogos pela voz e não pelo texto: apanhamos o que só faz sentido se "pensarmos" em inglês e não vemos (todas) as alarvidade que uns quantos analfabetos arvorados em tradutores, escrevem. Está aqui uma amostra.
Não estamos entregues apenas à "troika", é bem pior! Esses hão-de ir embora. Os que já não sabem escrever, ficam e nós deixamos.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Mas estes tipos não aprenderam português?

"...reportada a situação ao comando"... ouvi numa peça da TVI, agora mesmo, a propósito de um militar da GNR que tinha sido castigado.
Senhor jornalista, locutor, apresentador, o que quiserem: RELATADA! Diz-se relatada e não reportada. Eu explico de um modo simples: se disser que o GNR se tinha reportado a acontecimentos de há anos, por exemplo, estava a utilizar o termo correctamente. Se alguém faz um relatório (verbal, ou escrito), RELATA, não reporta.
"Report" significa relatório, não reportório, "tá bem"???????

E depois eu é que tenho cortes no vencimento!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A mediocridade a tomar conta do país

Reparem nesta notícia publicada no Record online... será que podia ser em casa da vizinha? Que tristeza!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A propósito de escrever em português

Uma nação pode destruir-se de várias formas, e a autofágica é a mais sádica e dolorosa.
É o que estamos a fazer actualmente, TODOS, e não só quem nos (des)governa, porque eles não nasceram lá, nem surgiram por geração espontânea.

Isto a propósito da idiotice que é o AO90, que todos (ou quase) criticam, incluindo os professores, mas que aplicam cegamente, alegando que foi o MEC que mandou.... e se mandou, está mandado!

Por isso não me admiro que consigam levar a cabo a destruição deste país, porque "são eles que mandam". Porra, irrita-me esta maneira de pensar imbuída do espírito do Estado Novo, castrante da cidadania que todos reclamam mas que poucos fazem por merecer.

Hoje, criticaram-me por não aplicar o AO90, porque como professor devo obediência (cega e estúpida, acrescento eu) às instruções do MEC. E que se não o fizer, arrisco-me.

Quem o disse não concorda com o AO90. Mas aplica-o. Por MEDO.
As pessoas perderam (ou nunca tiveram) a sua cidadania, e quem está no poleiro sabe-o. E usa isso em seu proveito.
Pobre país que se auto destrói por medo e comodismo.